segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O morro não é de pedra não!

Na primeira semana de 2010, uma catástrofe natural (ou não) abalou Angra dos Reis -RJ- deixando mortos e feridos, tanto fisicamente, quanto psicológicamente. Crianças, mulheres, homens, idosos, ricos e pobres. O morro não escolheu, simplismente desabou. Deixando os moradores de Angra sem moradia, sem comida, sem pertences, tendo somente, a família, os amigos, os vizinhos e os conhecidos, onde em uma situação assim, tornam-se todos irmãos.
Um ano após o desabamento em Angra, novamente na primeira semana de janeiro, outras catástrofes ambientais ameaçaram o Rio de Janeiro, causando até então em torno de 670 mortos, muitos feridos, centenas de desabrigados pais sem filhos e filhos sem pais. Este ano, ocorreu em Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, entre outras cidades da serra do Rio de Janeiro.
Esses tristes acontecimentos unem os brasileiros e põe-nos o sentimento de solidariedade. Doações dos quatro cantos do país estão chegando ao Rio com o propósito de sanar, pelomenos as necessidades básicas das vítimas.
Esses desabamentos são resultados de anos e anos de construções inadequadas nos morros. E isso não é culpa dos atuais prefeitos das cidades, mas sim, dos antigos prefeitos, que permitiram a construção das casas mais antigas por lá. E não pense que isso é um fato isolado, pode acontecer em qualquer lugar que possui casas empilhadas nos morros. Não ache que "o morro é de pedra", pois não é e está provado que não.
Portanto, é melhor previnir do que remediar. Vamos falar, fazer a nossa parte, avisar. Porque depois, a solução é enviar donativos aos feridos e desabrigados.

Dilma, de 13 à 4.

E ai galera, como está sendo as férias? Fazia tempo que eu não postava nada aqui no Prosa_e_Poesia. Penso que mesmo tendo se passado 16 dias da posse da nossa Presidenta (como ela prefere ser chamada) Dilma Rousseff, eu deveria fazer alguns comentários sobre a belíssima, emocionante e inesquecível cerimônia de posse no dia 01/01/11. Primeiramente, faço a explicação do título: O dia da posse - 01/01/11 - tem soma igual a 4 (1+1+1+1 = 4). O número de letras que tem o nome Dilma Rousseff é 13, onde 1+3 = 4. Como também tem 4 letras a soma de 1+3 (13) que é o número do partido de Dilma (PT). Dilma desceu a rampa do Planalto ás 4:44 da tarde do primeiro dia de 2011, e para finalizar: O tempo deste mandato são 4 anos. Então, tendo ou não uma coincidência aí, é algo para se pensar.
Voltando aos acontecimentos da posse, Marcela Temer, a mulher do Vice-Presidente, chamou a atenção com sua trança e sua face séria. Lula, ao passar a faixa presidencial para Dilma tascou-lhe um abraço forte e fraterno de emocionar petistas e simpatizantes. Ver Hugo Chavez (Venezuela) e Hillary Clinton (EUA) ''em paz'' na fila para parabenizar Dilma foi algo inesperado. E referente a esse assunto de Chavez e Hillary, desprezo totalmente o comentário dispensável da revista Veja de 5/janeiro/2011, que chama Hugo Chavez de "tiranete venezuelano"e usou a seguinte frase: "falastrão "antiestadunidense", que é como os perfeitos idiotas latino-americanos gostam de se autodefinir.". A Veja fala de tudo, mas o respeito com as autoridades é "um zero a DIREITA, depois da vírgula".
Mas algo totalmente emocionante, foi ver a Dilma ás 4:44 da tarde do dia 01/01/11 com um terninho branco simbolizando a paz, descendo a rampa do planalto, com a faixa "verde-louro", como uma vez, desceu o Presidente cujo deu o golpe militar e "indiretamente" mandou torturá-la.
Enfim, uma cerimônia de posse diferente e cheia de surpresas, como será os próximos 4 anos de Dilma no poder. Afinal, é uma mulher no comando do Brasil.