Na primeira semana de 2010, uma catástrofe natural (ou não) abalou Angra dos Reis -RJ- deixando mortos e feridos, tanto fisicamente, quanto psicológicamente. Crianças, mulheres, homens, idosos, ricos e pobres. O morro não escolheu, simplismente desabou. Deixando os moradores de Angra sem moradia, sem comida, sem pertences, tendo somente, a família, os amigos, os vizinhos e os conhecidos, onde em uma situação assim, tornam-se todos irmãos.
Um ano após o desabamento em Angra, novamente na primeira semana de janeiro, outras catástrofes ambientais ameaçaram o Rio de Janeiro, causando até então em torno de 670 mortos, muitos feridos, centenas de desabrigados pais sem filhos e filhos sem pais. Este ano, ocorreu em Nova Friburgo, Teresópolis, Petrópolis, entre outras cidades da serra do Rio de Janeiro.
Esses tristes acontecimentos unem os brasileiros e põe-nos o sentimento de solidariedade. Doações dos quatro cantos do país estão chegando ao Rio com o propósito de sanar, pelomenos as necessidades básicas das vítimas.
Esses desabamentos são resultados de anos e anos de construções inadequadas nos morros. E isso não é culpa dos atuais prefeitos das cidades, mas sim, dos antigos prefeitos, que permitiram a construção das casas mais antigas por lá. E não pense que isso é um fato isolado, pode acontecer em qualquer lugar que possui casas empilhadas nos morros. Não ache que "o morro é de pedra", pois não é e está provado que não.
Portanto, é melhor previnir do que remediar. Vamos falar, fazer a nossa parte, avisar. Porque depois, a solução é enviar donativos aos feridos e desabrigados.
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