Primeiramente pensei. Depois, conversando com minha mãe, chegamos a uma conclusão. A Revolução Cubana de 1959, que derrubou o então presidente Fulgencio Batista e colocou Fidel Castro no poder, implantando assim o socialismo real, tem prós e contras. Ou melhor, muito mais prós do que contras. Pensando pelo lado capitalista das mentes brasileiras, Cuba é tida como uma prisão aos anti-socialistas, ou devo dizer, direitosos. Prisão no sentido de não poder sair da ílha e ter que viver em um sistema igualitário, nos moldes do socialismo marxista-leninista. É ruim também para as mentes capitalistas que querem ter carros novos, empreendimentos que deem (muito) lucro, enfim, uma vida diferenciada das demais. Pensando pelo lado socialista, os Irmãos Castro, juntamente com Ernesto ''Che'' Guevara e outros (poucos) homens, merecem nossas considerações. Até hoje, 52 anos após La Revolucion, o socialismo perdura. Em Cuba, apesar dos carros antigos, o investimento no ramo da medicina é de última geração. Lá não há desigualdades sociais e os políticos não ganham 49 salários mínimos, como, infelismente, ocorre no Brasil. Cada profissão é valorizada como deve e um médico não ganha mais que um professor. Em Cuba, 99,8% da população acima de 15 anos, sabe ler e escrever. Cuba tem o menor índice de mortalidade infantil e a espectativa de vida dos habitantes fica entre 75 e 79, superando a média brasileira que fica próximo aos 73. Em Cuba, 85% da população tem casa própria e os restantes 15% pagam aluguel de 1 ou 2 dólares ao mês. Lá, as crianças tem acesso ao esporte e a cultura e não há mendigos nas ruas. A pobreza é pouca e a desigualdade social é menor ainda.
Frente a esses dados, só tenho 3 coisas a dizer:
Viva la revolucion!Viva Fidel!Viva el pueblo Cubano !

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