segunda-feira, 14 de novembro de 2011
O que é amor?
O tão falado amor que reina nos contos de fadas e em histórias épicas como Romeu e Julieta nos é ensinado desde pequenos por meio da família. Ao tornarmo-nos pré-adolescentes, por volta dos 12 anos, a concepção de amor muda, pois o que antes era sentido apenas pelos familiares e amigos, começa a ser sentido por alguém especial, um único alguem. Cada um tem um jeito diferente de sentir esse amor em si quando vê a pessoa amada: seja com o coração como se estivesse descarrilhando, com as pernas bobas, ou a falta de fala. Não há ser humano que nunca tenha sentido este sentimento nobre por alguem na sua vida, nem que seja a família. O amor nos faz viajar, perder horas e horas do nosso precioso dia (e da noite) à ficar pensando na tal pessoa tão querida. Por mais que este não seja correspondido, a gente tenta... e se ilude. Mas a realidade é que mesmo sem querer, nós, humanos, vivemos nossa vida a procura de um par. Era assim nos primórdios e de lá pra cá pouca coisa mudou nesse sentido. Quando por algum motivo não dá certo, choramos, nos desesperamos e queremos de todo o modo que fosse diferente. O problema é que chorar não adianta, e se adianta para algo, é para nos conformar. Tem aqueles amores que surgem na adolescência e perduram uma vida inteira e aqueles momentâneos cujo lema é "que seja eterno enquanto dure", como já dizia Vinicius. Acontece que do jeito que for o nosso jeito de amar, temos que senti-lo e vivenciá-lo ao máximo, pois quando correspondido é maravilhoso. Não tenha medo, arrisque-se e assuma as consequências. É melhor ficar pensando que a tua parte tu fizeste, do que ficar arrependido(a) de não ter feito.
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