Como uma boa nativa de Cancer, por vezes, me sinto bem ao ver fotos antigas. Fotos de tempos e de pessoas que jamais voltarão. Fotos que congelam fatos, os quais que por mais que a gente queira, nunca mais irão se repetir. Fotos que nos lembram alegrias e sentimentos verdadeiros. Fotos espontaneas. Fotos infantis. Fotos artísticas. Fotos amadoras. Profissionais. Ou nem um desses tipos. Fotos digitais. Ou analógicas. Fotos em álbuns, soltas, em caixas, em porta-retratos, em murais. Ou guardadas na mente de quem viveu aquele fato. É isso que a fotografia é: uma forma de congelarmos o tempo pra que possamos lembrar de tais momentos pra sempre. Isso tudo porque o fato de voltar no tempo inexiste. Deve ser esse o principal motivo pelo qual tanto o fato de ver fotos quanto tirá-las me deixa bem. O apego ao passado. À História. À vida. Às pessoas. Aos acontecimentos. E principalmente ao objetivo de poder vê-las no futuro.
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